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O BRASIL GANHA A SEGUNDA ACADEMIA DE CIENCIA AGRONOMICA PDF Imprimir E-mail

É com grande jubilo que a classe agronômica comemora a fundação em 28 de julho de 2010 da Academia Brasileira de Ciência Agronômica, criada desde 1973 e ainda não instalada em caráter oficial e definitivo. 

Em tão distante época, num Congresso Nacional de Agronomia, realizado em Curitiba, Paraná, foi proposta pelo signatário a criação da aludida Academia, com aprovação unanime de todos os Engenheiros Agrônomos presentes ao grande encontro dos Profissionais da Terra. 

A justificativa da mencionada proposta fez alusão ao fato de ser a Agronomia a carreira dos amantes da natureza, dedicados ao amanho da terra e à dinamização das riquezas dos reinos mineral, vegetal e animal. 

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Como responsável pela alimentação da humanidade e pela conciliação de interesses da espécie humana com o meio ambiente, em seus mais diferentes biomas, a Agronomia abriu o caminho para as primeiras atividades terra, mar e ar, desenvolvidas nas primeiras fases da existência do Homo sapiens. 

A sua presença e influencia no Planeta Terra não poderia ser desconsiderada, comparada com outras categorias profissionais, já dotadas de Academias de Ciências. 

Por essa razão, houve a proposta da criação especifica de tão importante instituição científica e tecnológica, com as mais favoráveis perspectivas de sucessos em desenvolvimento econômico e bem estar social. 

Na ausência das providencias para a instalação da Academia Brasileira de Ciência Agronômica, por parte dos Engenheiros Agrônomos de Brasília, ou do Centro-Sul do País, houve a decisão do pernambucano, por intermédio do mesmo signatário deste artigo, de aproveitar a realização do Congresso Nacional de Agronomia, efetuado em Recife, no ano de 1983, para a fundação da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, a qual mereceu aprovação unanime, com aplausos nacionais. 

Instalada em sessão solene, na sede da tradicional Academia Pernambucana de Letras, situada à Avenida Rui Barbosa, Ponto d´Uchoa, Recife, em 31 de maio de 1984, vive até hoje em 27 anos de efetiva demonstração de sucessos, em suas iniciativas básicas e ininterruptas, para honra e gloria da Agronomia na República Federativa do Brasil. 

Conscientes de que não poderiam aceitar a inoperância nacional na questão de natureza acadêmica, os Engenheiros Agrônomos componentes da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, motivados pelas cerimônias comemorativas dos 150 anos de existência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sob a competente e dedicada direção do Excelentíssimo Senhor Dr. Ministro Wagner Rossi, em 2010, confirmado no Governo atual da Excelentíssima Senhora Presidente da Republica Federativa do Brasil Dilma Rousseff, com a outorga da Medalha Apolônio Salles ao Presidente da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica Eudes de Souza Leão Pinto, e a denominação da Medalha Apolônio Salles, patrono da cadeira número 04, desta Academia, como a maior Distinção Ministerial, resolveram fundar e instalar a Academia Brasileira de Ciência Agronômica, incorporando em seu quadro de titulares iniciais os acadêmicos da Pernambucana. 

Assim, aconteceu ainda em dezembro de 2010, como homenagem ao Governo do Excelentíssimo Sr. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao seu Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Dr. Wagner Rossi. 

A partir de 2011 haverá a natural separação das duas Academias antes citadas, com abertura para a criação de Instituições Estaduais, que venham a formar o complexo Acadêmico Nacional, com a máxima valorização de classe agronômica brasileira. 

Assim faremos a nossa grandiosa Pátria destacar-se universalmente, como prova da inteligência e da cultura de seu Bravo Povo, fazendo jus ao título de Ordem e Progresso que ostenta em sua linda Bandeira.  

EUDES DE SOUZA LEÃO PINTO
Presidente da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica

 
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