A ACADEMIA PERNAMBUCANA DE CIENCIA AGRONOMICA

 EM SEUS 28 ANOS DE EXISTÊNCIA

 Eudes de Souza Leão Pinto

O dia 31 de maio de 1984 passou a representar um símbolo de glória, para a classe de Engenheiros Agrônomos Pernambucanos, com a implantação nessa data da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica. A Engenharia Agronômica já representou em priscas eras a atividade profissional da mais alta categoria, voltada para a produção dos alimentos essenciais à manutenção dos seres humanos e de matérias primas vegetais e animais, para prover os procedimentos industriais e comerciais, capazes de gerarem conforto e bem estar às populações do Planeta Terra.

Na medida em que foram sendo aperfeiçoados e diversificados os processos evolutivos da ciência e tecnologia, através dos séculos, o mundo passou a exigir mais da agronomia, fazendo-a inserir-se nos vastos campos da genética. Progressos notáveis ocorreram no mundo, especialmente na Europa e nos Estados Unidos da América do Norte.

O sistema de ensino agronômico acompanhou as mudanças nos procedimentos universitários, mediante a maior integração ser humano-natureza, com vistas a defesa do meio ambiente e a contenção dos processos poluitivos. Na busca incessante do conhecimento os seres humanos vêm contribuindo para valorizar a natureza, como uma maneira de compensação dos danos causados pelas explorações intensivas das riquezas minerais, vegetais e animais, durante séculos.

Do ensino primário ao universitário, somaram-se materiais de ordem simples, como: línguas, matemática, história, geografia, sociologia, psicologia e teologia, às de ordem científicas e tecnológicas, com destaque para a de tecnologia da informação, pela sua abrangência.

Todo o grandioso processo educativo culmina com a existência das Formações Acadêmicas, cujos integrantes devem possuir conhecimentos básicos, acrescidos dos específicos das mais diversas naturezas.

Portanto ser Acadêmico de Ciência Agronômica é ser conhecedor da Natureza e dos recursos de interferência com a sua estrutura e funcionamento.

Como a primeira e única Academia de Ciência Agronômica no Brasil, com 28 anos de ininterrupto funcionamento no Estado de Pernambuco, a Academia Pernambucana de Ciência Agronômica culmina a ação científica e tecnológica da Universidade Federal Rural de Pernambuco, com as mais proveitosas contribuições superiores, de caráter cultural, político, econômico e social.

Vem ao encontro dos destinos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento da República Federativa do Brasil, nas comemorações de seus 150 anos de fundação, ao concretizar a instalação da Academia Brasileira de Ciência Agronômica, ainda no Governo do pernambucano Exmo. Sr. Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e sob o estimulo do Exmo. Sr. Ministro daquela Pasta, Dr. Wagner Rossi.

Tudo favorece o sucesso dessa Academia Brasileira de Ciência Agronômica, se considerarmos os seus antecedente, desde 1973 a espera da instalação competente, só agora devidamente implantada, com valioso apoio dos Poderes Públicos Brasileiros e as melhores chances de projeção internacional.

Engenheiro Agrônomo,
Presidente da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica,
Titular da Academia Nacional e Engenharia
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